O inefável acontece
Hoje, 19 de janeiro, era aniversário de Nara Leão. Nesse dia, em 1983 ou 84, não tenho certeza, eu estive na platéia do show dela no Teatro do BNH, ou Nelson Rodrigues. Eu estava de passagem para o Caparaó-MG, mas não podia deixar de fazer uma "paradinha" para vê-la. Esse show era de Nara e seu violão, apenas. Que bom, poder vê-la sozinha com seu violão, tocar e cantar as musicas que ELA escolheu e que a consagraram. Eu fui mais de uma vez, claro!!! No primeiro dia, eu sentei na última fila do lado direito, na cadeira da ponta, embora meu ingresso fosse mais para a frente. Mas havia lugares vagos e resolvi ficar lá atrás dando uma panorâmica no espetáculo e na espetacular dona Nara. Pois uma hora aconteceu o inefável. Foi quando Nara parou de cantar e andou pelo palco contando casos. O inefável aconteceu na hora que ela contou sobre o roubo de seu violão onde todos os grandes da BN haviam tocado. Ela estava posicionada no lado esquerdo do palco, em diagonal comigo. Pois na hora que ela falou "o ladrão"...houve ago inexplicável... e inesquecível... pois bem, nesse momento os olhos de Nara e os meus, como que pularam fora das órbitas, e se encontraram no espaço, como que flutuando ... Foi uma sensação indescritível. Durou o tempo de um relâmpago... Mas eu sei que aconteceu...E sei também...que Nara narrou esse ocorrido na versão que ela mesma fez de "Além do arco-íris". Talvez inconscientemente, mas contou sim. "um dia eu sonhei que estava numa nuvem, eu vi que estava mesmo no espaço e que não era fantasia, te juro". Quando ouvi essa versão de Nara, aqui em Floripa, alguns anos depois, logo me lembrei desse episódio, de uma das vezes em que nossos olhos se encontraram para além do falante. Como disse o poeta: "sua benção, Nara Leão"!!!
Escrito por Murilo Antonio Pereira às 22h16
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O inefável acontece
Hoje, 19 de janeiro, era aniversário de Nara Leão. Nesse dia, em 1983 ou 84, não tenho certeza, eu estive na platéia do show dela no Teatro do BNH, ou Nelson Rodrigues. Eu estava de passagem para o Caparaó-MG, mas não podia deixar de fazer uma "paradinha" para vê-la. Esse show era de Nara e seu violão, apenas. Que bom, poder vê-la sozinha com seu violão, tocar e cantar as musicas que ELA escolheu e que a consagraram. Eu fui mais de uma vez, claro!!! No primeiro dia, eu sentei na última fila do lado direito, na cadeira da ponta, embora meu ingresso fosse mais para a frente. Mas havia lugares vagos e resolvi ficar lá atrás dando uma panorâmica no espetáculo e na espetacular dona Nara. Pois uma hora aconteceu o inefável. Foi quando Nara parou de cantar e andou pelo palco contando casos. O inefável aconteceu na hora que ela contou sobre o roubo de seu violão onde todos os grandes da BN haviam tocado. Ela estava posicionada no lado esquerdo do palco, em diagonal comigo. Pois na hora que ela falou "o ladrão"...houve ago inexplicável... e inesquecível... pois bem, nesse momento os olhos de Nara e os meus, como que pularam fora das órbitas, e se encontraram no espaço, como que flutuando ... Foi uma sensação indescritível. Durou o tempo de um relâmpago... Mas eu sei que aconteceu...E sei também...que Nara narrou esse ocorrido na versão que ela mesma fez de "Além do arco-íris". Talvez inconscientemente, mas contou sim. "um dia eu sonhei que estava numa nuvem, eu vi que estava mesmo no espaço e que não era fantasia, te juro". Quando ouvi essa versão de Nara, aqui em Floripa, alguns anos depois, logo me lembrei desse episódio, de uma das vezes em que nossos olhos se encontraram para além do falante. Como disse o poeta: "sua benção, Nara Leão"!!!
Escrito por Murilo Antonio Pereira às 22h13
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O inefável acontece
Hoje, 19 de janeiro, era aniversário de Nara Leão. Nesse dia, em 1983 ou 84, não tenho certeza, eu estive na platéia do show dela no Teatro do BNH, ou Nelson Rodrigues. Eu estava de passagem para o Caparaó-MG, mas não podia deixar de fazer uma "paradinha" para vê-la. Esse show era de Nara e seu violão, apenas. Que bom, poder vê-la sozinha com seu violão, tocar e cantar as musicas que ELA escolheu e que a consagraram. Eu fui mais de uma vez, claro!!! No primeiro dia, eu sentei na última fila do lado direito, na cadeira da ponta, embora meu ingresso fosse mais para a frente. Mas havia lugares vagos e resolvi ficar lá atrás dando uma panorâmica no espetáculo e na espetacular dona Nara. Pois uma hora aconteceu o inefável. Foi quando Nara parou de cantar e andou pelo palco contando casos. O inefável aconteceu na hora que ela contou sobre o roubo de seu violão onde todos os grandes da BN haviam tocado. Ela estava posicionada no lado esquerdo do palco, em diagonal comigo. Pois na hora que ela falou "o ladrão"...houve ago inexplicável... e inesquecível... pois bem, nesse momento os olhos de Nara e os meus, como que pularam fora das órbitas, e se encontraram no espaço, como que flutuando ... Foi uma sensação indescritível. Durou o tempo de um relâmpago... Mas eu sei que aconteceu...E sei também...que Nara narrou esse ocorrido na versão que ela mesma fez de "Além do arco-íris". Talvez inconscientemente, mas contou sim. "um dia eu sonhei que estava numa nuvem, eu vi que estava mesmo no espaço e que não era fantasia, te juro". Quando ouvi essa versão de Nara, aqui em Floripa, alguns anos depois, logo me lembrei desse episódio, de uma das vezes em que nossos olhos se encontraram para além do falante. Como disse o poeta: "sua benção, Nara Leão"!!!
Escrito por Murilo Antonio Pereira às 22h11
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